Author: Jessie Crawford

  • A necessidade de atualizar a legislação

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    As autoridades veterinárias governamentais são legalmente autorizadas a
    controlar a movimentação de animais, inspecionar a produção, o processamento
    e a comercialização de animais e produtos pecuários, destruir animais e/ou
    produtos perigosos e garantir o cumprimento das práticas de proteção da saúde
    animal. No interesse dos usuários dos serviços e dos consumidores de produtos
    pecuários, também é necessária legislação para regulamentar a atuação da
    iniciativa privada na prestação de serviços veterinários e no fornecimento de
    insumos veterinários. A legislação precisa ser atualizada periodicamente para
    acompanhar o desenvolvimento do setor pecuário, o progresso tecnológico, as
    exigências de acordos internacionais (FAO, 2000) e a necessidade de incentivar
    a atuação de profissionais do setor privado nas áreas veterinária e para
    veterinária.

    A atualização da legislação envolve a elaboração de novas leis para aprovação
    pelo parlamento e a formulação dos regulamentos administrativos e
    procedimentos de implementação associados às leis aprovadas.
    Convencionalmente, essas funções têm sido centralizadas no Departamento de
    Pecuária do Ministério da Agricultura do governo central ou em um Ministério da
    Pecuária separado. Em sistemas mais avançados, é estabelecido um Conselho
    Veterinário com funções regulatórias, com representantes de diferentes
    categorias de usuários de serviços e organizações de consumidores como
    membros desses Conselhos.

  • Como as empresas listadas em bolsa guardam Bitcoin no balanço

    Antigamente, o Bitcoin era visto apenas como um ativo para investidores individuais e entusiastas de tecnologia. Hoje, o cenário mudou. Gigantes como MicroStrategy, Tesla e Block (ex-Square) transformaram o mercado ao incluir o BTC em seus balanços patrimoniais. Mas como essas empresas gerenciam e guardam essas moedas de forma segura e dentro das normas contábeis? Custódia Institucional vs. Autocustódia Diferente de um investidor comum que pode usar uma carteira digital simples, as empresas listadas em bolsa possuem responsabilidades com acionistas e reguladores. Elas utilizam basicamente dois caminhos: 1. Custodiantes Especializados: A maioria utiliza serviços como Coinbase Custody ou Fidelity Digital Assets.

    Essas instituições oferecem seguros robustos e armazenamento em “cold storage” (carteiras offline), garantindo que os ativos fiquem protegidos contra ataques hackers. 2. Multisig (Multassinatura): Para evitar que uma única pessoa tenha controle total sobre os fundos, as empresas utilizam esquemas de governança onde são necessárias várias aprovações (chaves privadas diferentes) para movimentar o Bitcoin. As Regras Contábeis (FASB) Um dos maiores desafios era como registrar o Bitcoin no balanço. Até pouco tempo, ele era tratado como um “ativo intangível de vida indefinida”.

    Na prática, se o preço caísse, a empresa registrava prejuízo; se subisse, ela não podia registrar o lucro até vender. Recentemente, as regras do FASB (órgão que define as normas contábeis nos EUA) mudaram para o modelo de “Fair Value” (Valor de Mercado). Agora, as empresas podem atualizar o valor do Bitcoin conforme a cotação atual, refletindo melhor a saúde financeira da companhia em tempo real. Por que elas fazem isso? O principal motivo é a reserva de valor. Com a inflação global e a desvalorização das moedas fiduciárias, o Bitcoin é visto como um “ouro digital” com escassez programada. Ao diversificar o caixa com BTC, as empresas buscam proteger o poder de compra de sua tesouraria no longo prazo. A entrada institucional traz legitimidade e liquidez para o mercado cripto, sinalizando que o Bitcoin não é mais uma aposta, mas uma classe de ativos consolidada no mundo corporativo.

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  • Comece sua jornada no mercado imobiliário, entre em contato com as principais marcas!

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    Por fim, é essencial salientar que a profissão de corretor de imóveis deve cumprir a legislação e as diretrizes éticas vigentes. Um corretor de imóveis tem responsabilidade para com os seus clientes e deve agir com transparência e profissionalismo. Obter a licença é um passo crucial para poder exercer esta atividade legalmente. Para se tornar um corretor de imóveis, é necessário concluir estudos em direito, economia ou administração após a obtenção do diploma do ensino médio (bacharelado). Isso exige um diploma de bacharelado, equivalente a três anos de estudo universitário (bacharelado + 3). Os aspirantes a corretores de imóveis também podem optar por cursar um diploma técnico de dois anos (BTS) com especialização em profissões imobiliárias.

    Este curso pode ser concluído na modalidade de ensino a distância. Um corretor de imóveis também pode optar por iniciar sua carreira sem um diploma, trabalhando como funcionário em uma agência independente ou em uma rede. Nesse caso, ele atua como negociador imobiliário. Um corretor imobiliário é um profissional do setor imobiliário especializado na negociação e venda de imóveis. Sua principal função é facilitar as transações imobiliárias entre vendedores e compradores, atuando como intermediário para encontrar imóveis que atendam às necessidades e critérios dos clientes, negociar os termos da venda e finalizar os contratos de compra e venda. Um corretor imobiliário pode trabalhar de forma independente ou ser contratado por uma imobiliária, e deve possuir excelentes habilidades de comunicação, negociação e conhecimento do mercado local.

  • Como escrever um currículo imobiliário convincente

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    Elaborar um currículo imobiliário exige mais do que simplesmente listar experiências. Em uma profissão onde confiança, poder de persuasão e desempenho em vendas são essenciais, seu currículo imobiliário deve refletir tanto suas habilidades quanto sua personalidade. Seja você iniciante, esteja mudando de carreira ou já tenha experiência, criar um documento impecável é o primeiro passo para o sucesso em sua carreira no mercado imobiliário . O recrutador deve entender sua experiência rapidamente. Um bom currículo de corretor de imóveis geralmente se limita a uma página clara, com uma hierarquia legível. Comece com um cabeçalho profissional listando suas informações de contato, seguido por um título profissional específico, como Corretor de Imóveis Residenciais , Consultor Imobiliário Independente ou Corretor de Imóveis em Transição de Carreira . Em seguida, adicione um breve parágrafo introdutório destacando seus pontos fortes: formação acadêmica, experiência, resultados, conhecimento do mercado imobiliário, área de especialização ou vantagens em vendas.

    Em seguida, detalhe sua experiência profissional, incluindo suas responsabilidades, as ferramentas utilizadas e os resultados alcançados. Por exemplo: “45 contratos assinados em um ano”, “crescimento de 30% na carteira de clientes” ou “proficiência em software de CRM”. Esses elementos concretos são o que impressionam os recrutadores e enriquecem seu currículo imobiliário. Conclua com sua formação acadêmica (Bacharelado em Profissões Imobiliárias, treinamento em direito imobiliário, certificação de vendas, etc.), seguida de uma seção de habilidades destacando sua expertise técnica e qualidades interpessoais. Por fim, evite blocos de texto muito densos: um texto bem espaçado transmite imediatamente uma impressão de rigor e profissionalismo.

  • O que te diferencia dos outros agentes aqui?

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    Ao fazer essa pergunta, você não está apenas dando ao corretor a oportunidade de destacar seus pontos fortes, mas também participando ativamente do processo de comparação entre diferentes corretores . O corretor sabe que você está buscando a melhor opção, então ele deve demonstrar o que torna sua abordagem, experiência ou rede de contatos únicas. As respostas dele lhe darão uma perspectiva mais clara, permitindo que você compare as habilidades e qualidades dele com as de outros corretores que você está considerando. Quantos clientes você representa por vez? Essa pode parecer uma pergunta simples, mas o que você realmente está perguntando é: “Você poderá reservar um tempo para mim e para as minhas necessidades?”. Idealmente, o agente deve explicar como ele gerencia sua carga de trabalho e a capacidade de sua equipe para atender às suas necessidades.

    Quando um corretor trabalha em muitos negócios simultaneamente, é mais provável que você seja encaminhado para assistentes ou outros membros da equipe. No entanto, você não quer ser o único cliente de um corretor de imóveis – isso sinaliza um negócio em declínio. Uma pergunta complementar relacionada é: Em quantos negócios vocês estão trabalhando atualmente? Fazer essa pergunta dá uma ideia de quão ativos e atualizados eles se mantêm em relação às tendências do mercado. Batterman lembra-se de um concorrente que anunciava “centenas de transações… mas não vendia uma casa há cinco anos”. Todo o mercado muda em um ano, então o concorrente dela estava muito atrasado.

  • Os novos padrões profissionais

    Os documentos práticos desta tabela já foram publicados ou serão publicados no futuro. Utilizar uma agência para vender um imóvel: um verdadeiro valor acrescentado ou um serviço inútil? Ah, a grande questão que passa pela cabeça de todo proprietário em Nice prestes a se desfazer de seu imóvel! Vender sem uma imobiliária ou confiar a venda a um corretor de imóveis ? É um pouco como escolher entre fazer sua própria pizza ou saborear a melhor pizza de Nice (Les Amoureux, na rua Bavastro, 1, se quiser experimentar)… Vamos ver qual é a resposta certa! O processo de venda de um imóvel. Uma maratona, não uma corrida de curta distância. https://www.remax.com.br/apartamento-a-venda-em-sudoeste-brasilia/

    O processo de venda de um imóvel costuma ser mais complexo do que parece, especialmente com a legislação cada vez mais complicada. Não é algo que se possa improvisar. Da avaliação inicial à assinatura da escritura no cartório , há inúmeras etapas, cada uma exigindo conhecimento e experiência profissional . Avaliar o valor do seu imóvel a um preço justo (nem muito alto para não afastar compradores , nem muito baixo para não perder dinheiro). Prepare os documentos necessários ( diagnósticos técnicos , etc.). Crie um anúncio atraente que destaque seu imóvel. Organizar e gerir visitas Negociação com potenciais compradores Elaboração do contrato preliminar de venda Acompanhe o caso até a assinatura da escritura oficial . E o serviço, por vezes, estende-se mesmo depois da entrega das chaves.

  • Tendências de casting para o próximo ano: o que as grandes marcas globais estão priorizando

    O que define um rosto “vendável” em um ecossistema saturado por filtros e inteligência artificial? Se há cinco anos o mercado publicitário buscava a simetria absoluta e o distanciamento aspiracional, o movimento pendular da indústria agora aponta para uma direção oposta. A perfeição tornou-se um ruído; a autenticidade, o sinal. Ao analisarmos as movimentações de grandes conglomerados como LVMH e gigantes do varejo global, percebemos que o casting deixou de ser uma etapa puramente estética para se tornar uma decisão estratégica de branding. O próximo ano consolidará o fim da era do “modelo manequim” para dar lugar ao “modelo narrador”.

    As marcas não buscam apenas alguém que vista a roupa ou segure o produto, mas alguém cuja imagem carregue uma história pregressa que valide o discurso da campanha. A ascensão do “Hyper-Real” e a Economia Prateada A demografia do consumo mudou, e o casting está correndo atrás do prejuízo. Uma das tendências mais robustas para os próximos meses é a valorização da chamada Silver Economy. Marcas de luxo e de tecnologia finalmente entenderam que o poder de compra está concentrado em faixas etárias acima dos 50 anos. No entanto, a abordagem mudou: não se trata mais de retratar o idoso “fofinho”, mas sim o profissional maduro, ativo e esteticamente disruptivo.

    Em um casting recente para uma marca global de skincare, a exigência não era por peles retocadas, mas por rostos que exibissem linhas de expressão com “textura de vida”. O diretor de casting descartou perfis que abusavam de procedimentos estéticos invasivos, priorizando modelos que mantinham a mobilidade facial e a naturalidade. A mensagem é clara: o consumidor quer se enxergar, não se comparar a um ideal inalcançável. O Talento Híbrido: Atuação além da Postura A fronteira entre o modelo e o ator nunca esteve tão borrada. Com a predominância do conteúdo em vídeo para campanhas digitais (TikTok, Reels e YouTube Shorts), a habilidade de entrega de texto e a presença cênica tornaram-se diferenciais eliminatórios. Presença diante das câmeras: O modelo de foto estática está perdendo espaço para quem domina o movimento e a fala. Micro-expressões: Campanhas de e-commerce agora exigem pequenos clipes de reação, onde o carisma precisa transparecer em três segundos.

    Habilidades de nicho: Saber andar a cavalo, praticar yoga de forma técnica ou tocar um instrumento de verdade tem pesado mais do que um book fotográfico impecável. O Portfólio Digital como Prova Social O tradicional portfólio artístico ganhou uma camada extra de complexidade. As agências de modelos e produtores de casting agora cruzam os dados do book profissional com a presença digital do talento. Não se trata necessariamente de ter milhões de seguidores — a era dos mega-influenciadores está dando lugar aos “especialistas de nicho” — mas sim de observar como aquele indivíduo se comporta sem a luz do estúdio. As marcas buscam o que chamamos de “vulnerabilidade controlada”. Elas analisam se o modelo possui uma voz própria e se seus valores se alinham aos pilares de ESG (Ambiental, Social e Governança) da empresa. Um comentário mal posicionado em uma rede social ou a falta de posicionamento sobre temas relevantes pode ser o fator de descarte em um callback final.

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  • Agente do comprador

    Um agente imobiliário do comprador é um corretor de imóveis que representa o
    comprador na venda de uma propriedade. O agente do comprador é responsável
    por auxiliar o comprador em todo o processo de compra e na negociação do
    preço ao apresentar uma proposta.
    Um agente imobiliário comercial é alguém que se dedica principalmente à venda,
    locação ou compra de imóveis comerciais. Os tipos mais comuns de imóveis
    comerciais incluem:
    Espaços comerciais
    Prédios de escritórios
    Armazéns
    Instalações industriais
    Edifícios de uso misto que podem incluir espaço comercial e apartamentos ou
    condomínios.
    Eles devem ter um bom conhecimento do mercado comercial local e ser capazes
    de ajudar os vendedores a encontrar clientes comerciais, incluindo a realização
    de pesquisas de mercado e até mesmo a gestão de imóveis.
    Um agente imobiliário residencial é alguém que se concentra em alugar, vender
    ou comprar imóveis destinados à moradia.
    Casas geminadas – Os agentes imobiliários residenciais devem saber quais tipos
    de imóveis estão disponíveis no mercado e podem até ajudar as pessoas a
    descobrir qual tipo de imóvel melhor se adapta às suas necessidades.
    Corretor de imóveis – Um corretor de imóveis é um agente imobiliário que se
    tornou membro da Associação Nacional de Corretores de Imóveis (NAR, na sigla
    em inglês) . Para se tornar oficialmente um corretor de imóveis, você deve
    concordar em cumprir o Código de Ética da NAR, pagar as taxas de associação
    e manter-se atualizado com a educação continuada .
    Está pensando em iniciar uma carreira no mercado imobiliário? Baixe o e-book
    “Como Lançar Sua Carreira no Mercado Imobiliário”.
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  • Bioética e decisões compartilhadas: o papel da paciente na escolha do seu tratamento

    A cena é quase um clichê de consultório: você recebe um diagnóstico, o médico explica a fisiopatologia, prescreve uma conduta e, em poucos minutos, você está na rua com um papel na mão e um turbilhão de dúvidas no peito. O sentimento de ser apenas um “objeto de estudo” ou um conjunto de sintomas a serem resolvidos é uma das queixas mais profundas e comuns na saúde da mulher. Por muito tempo, a medicina operou sob um modelo paternalista, onde o doutor detinha o saber absoluto e a paciente apenas o dever de obedecer. Mas o que acontece quando o tratamento proposto, embora tecnicamente correto, não cabe na sua rotina, nos seus planos de maternidade ou na forma como você enxerga seu próprio corpo? A bioética moderna propõe uma quebra nesse paradigma através das decisões compartilhadas. Não se trata de transferir a responsabilidade do médico para você, mas de construir uma ponte entre a evidência científica e os seus valores pessoais. O equilíbrio entre a técnica e a vida real Imagine uma mulher de 45 anos diagnosticada com miomas uterinos que causam sangramento intenso.

    Do ponto de vista puramente cirúrgico, uma histerectomia (retirada do útero) resolveria o problema definitivamente. No entanto, se essa mulher tem o desejo de preservar seu útero por questões simbólicas, religiosas ou por medo do impacto na sua vida sexual, a “melhor solução técnica” se torna um fardo emocional. Nesse cenário, o papel do ginecologista não é impor a cirurgia, mas apresentar as alternativas: O uso de DIU hormonal para controle do fluxo; A miomectomia (retirada apenas dos nódulos); Ou até a embolização das artérias uterinas. Cada escolha carrega riscos, benefícios e taxas de sucesso diferentes. A decisão compartilhada acontece quando o médico explica essas variáveis de forma clara — sem juridiquês ou termos médicos impenetráveis — e a paciente traz para a mesa o seu contexto de vida. O pilar da autonomia: você é a maior especialista em si mesma Na mastologia, esse diálogo é ainda mais sensível. Diante de um nódulo mamário que exige biópsia ou de um diagnóstico de câncer de mama em estágio inicial, a ansiedade pode paralisar. Muitas vezes, a paciente sente que precisa decidir “para ontem”.

    No entanto, a bioética nos ensina que a autonomia só existe se houver compreensão. Se você possui um histórico familiar pesado para câncer de ovário ou mama (as famosas mutações nos genes BRCA1 e BRCA2), a escolha entre uma vigilância rigorosa com ressonâncias magnéticas anuais ou uma cirurgia redutora de risco é profundamente pessoal. O médico fornece as estatísticas de probabilidade; você fornece a medida da sua paz de espírito. Para que essa parceria funcione, alguns pontos são cruciais durante a consulta: Transparência sobre incertezas: Nem todo exame tem 100% de precisão. É honesto o médico dizer “não sabemos ao certo, mas as opções são estas”. Tempo para processar: Decisões complexas, como a escolha de um método contraceptivo definitivo ou o início de uma terapia de reposição hormonal na menopausa, raramente devem ser tomadas em cinco minutos. Escuta ativa: Se o seu médico não pergunta sobre seus medos ou sobre como aquela condição afeta seu dia a dia, a decisão não está sendo compartilhada.

    Dra. Carolina Malhone são paulo Mastologista

  • A influência da vista panorâmica no preço final da unidade

    A influência da vista panorâmica no preço final da unidade No mercado imobiliário, existe um ditado clássico: “localização é tudo”. No entanto, quando entramos em um edifício, a localização vertical e o que se vê através da janela podem ser os fatores determinantes para o fechamento de um negócio. A vista panorâmica não é apenas um detalhe estético; é um dos ativos mais valiosos de um imóvel. O “Prêmio da Vista”: Valorização Real A diferença de preço entre um apartamento no primeiro andar e uma unidade no 20o andar, com as mesmas metragens e acabamentos, pode ser surpreendente. Estudos do setor indicam que uma vista privilegiada — seja para o mar, um parque arborizado ou o skyline da cidade — pode valorizar o imóvel entre 10% e 30%. Essa valorização ocorre porque o comprador não está adquirindo apenas metros quadrados, mas sim um benefício intangível que une status, bem-estar e exclusividade. Por que a vista custa mais caro? Existem três pilares fundamentais que justificam esse acréscimo no preço final:

    1. Privacidade e Silêncio: Andares altos com vista livre geralmente sofrem menos com o ruído da rua e não possuem vizinhos de janelas adjacentes olhando para dentro da unidade.

    2. Luminosidade e Ventilação: A ausência de obstáculos arquitetônicos permite que a luz natural e a ventilação circulem melhor, o que pode até gerar economia de energia.

    3. Escassez: Em centros urbanos densos, a “vista livre permanente” é um recurso escasso. Tudo o que é raro no mercado imobiliário tende a se valorizar com o tempo.

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    Dica para o Corretor: Como vender esse diferencial? Para o corretor de imóveis, a vista deve ser tratada como o “fechamento” da venda. Não venda apenas uma janela; venda a experiência de tomar um café olhando o pôr do sol ou a sensação de amplitude que o horizonte proporciona. Para o investidor, o argumento é a liquidez. Imóveis com vista panorâmica são os primeiros a serem alugados ou vendidos, mesmo em períodos de mercado desaquecido. Eles mantêm o valor de revenda de forma muito mais sólida do que unidades “fechadas” por outros prédios. Conclusão: A vista panorâmica é um investimento seguro. Ela transforma o morar em uma experiência contemplativa e garante que o patrimônio do proprietário esteja sempre no topo das preferências do mercado.