Author: Jessie Crawford

  • Nas pequenas coisas, cria-se uma grande confiança

    Imobiliaria Itu

    A jornada para uma boa imobiliária raramente é direta. Muitas perguntas devem ser respondidas e muito deve estar certo. Passo a passo, conquistamos a confiança de nossos clientes por meio de capacidade de resposta, abertura, respostas claras, feedback rápido e orientação concreta. É quando acertamos todos os pequenos passos durante a jornada que o cliente se sente seguro. O futuro pertence a nós que ousamos desenvolver e mudar. Somente sendo responsivos e adaptáveis às mudanças nas necessidades e tendências do mercado, podemos desenvolver e expandir nossos negócios.

    Quando mostramos compromisso com as diversas necessidades de nossos clientes ao longo de toda a vida residencial, podemos nos desenvolver, mudar e ser percebidos como modernos e inovadores. Por que seus futuros colegas nos escolheram? “Quero trabalhar da maneira que sei que oferece o melhor salário e o negócio mais seguro, independentemente do mercado em que atuamos. Posso fazer isso na imobiliária. Aqui, nada pode ser deixado ao acaso e é extremamente importante que os clientes devem ser capazes de fazer exigências e ser criteriosos ao escolher um corretor.”

    Como é importante ter colegas talentosos e aprendizes, já percebi durante o meu estágio. Quando veio o registro, comecei voando. Eu criei grandes expectativas para mim e imediatamente quis chegar ao Top 10 da cadeia , no que diz respeito ao número de moradias/casas de férias vendidas . Terminei em sexto lugar – difícil não ficar satisfeito nessa altura! Hoje sou coproprietário da imobiliária.

     

  • Como um corretor de imóveis ganha dinheiro? Especifique a porcentagem de comissão

    Imobiliária Arujá no estado de São Paulo

    Esta é a questão básica da qual surge a remuneração de um corretor de imóveis . Quanto é a comissão imobiliária em média? Esta é uma questão individual, mas na maioria das vezes oscila em torno de 2-3% do valor da venda/compra das instalações. No entanto, também acontece que o valor da comissão pode chegar a 5% no caso de transações particularmente difíceis. Ao prestar serviços de mediação na celebração de contratos de arrendamento, o corretor pode, por exemplo, esperar a maior parte ou a totalidade da renda mensal.

    Os negócios imobiliários são baseados em confiança e relacionamentos, cuide deles. Defenda a sua opinião, mas lembre-se que no final o que conta é o resultado, ou seja, um cliente satisfeito e a sua remuneração. Mantenha seu dedo no pulso e aprenda com os melhores. Para tornar sua oferta digna de atenção, cuide dos serviços de suporte de vendas pagos adicionalmente. Ensine ao cliente que o dinheiro bem gasto compensa rapidamente. Adicione à sua oferta: Passeios virtuais – um corretor tem que vir muito para vender um imóvel, mas hoje em dia nem todo mundo quer se encontrar. Caminhadas virtuais vêm em socorro. O agente não perde tempo e pode pesquisar rapidamente as preferências do cliente. Você criará a própria apresentação na ferramenta disponível no sistema CRM da ASARI.

     

  • Um único saco de dormir , para passar as noites aquecido

    polia segura

    Uma panela para 1 pessoa e um fogão se você planeja cozinhar refeições deliciosas! Não se esqueça de levar uma garrafa de água , mesmo no acampamento, para evitar ter que ir e voltar de um ponto de água potável para cada copo! Um kit de primeiros socorros (também essencial para caminhadas e trekking) e papel higiênico ecológico (se os banheiros do acampamento estiverem sem papel ou se você for mais do tipo ” defecador da natureza “).

    Uma lanterna de cabeça para caminhar ao ar livre à noite (#NecessidadeUrgente). Uma rede , o acessório perfeito para relaxar entre duas árvores sem precisar carregar uma cadeira de acampamento. Segunda opção: você prefere acampar com conforto .

    Aconselhamos então que você pegue a lista anterior e adicione alguns acessórios de acampamento .

    • Uma cama de acampamento para isolar você do frio e da umidade do solo.
    • Um travesseiro de acampamento , adequado e compacto.
    • Um refrigerador para manter seus alimentos e bebidas frescos durante o dia. Mas tenha cuidado, você não conseguirá armazená-lo a longo prazo. Portanto, considere levar algumas refeições liofilizadas de sua escolha se você for ficar por vários dias.
    • Uma lâmpada de acampamento para ler livros ou aproveitar a noite ao ar livre antes de ir dormir.
    • Uma mesa de cabeceira de acampamento para manter seus pequenos itens longe do chão.
    • Um chuveiro solar se você decidir acampar longe da civilização e quiser manter um mínimo de higiene .
    • Um gel de banho orgânico , que também atua como xampu, detergente para louças e sabão em pó, para não sujar a sua casa e evitar a liberação de produtos nocivos no meio ambiente.
    • Uma cadeira e uma mesa dobrável para um piquenique confortável.

  • Estabeleça há quanto tempo eles estão no mercado

    ABR após o nome de um corretor de imóveis significa Accredited Buyer’s Representative (Representante Credenciado do Comprador). Isso indica que eles são competentes para representar compradores em todas as transações imobiliárias. Se o agente se referir a si mesmo como corretor de imobiliária com “ R ” maiúsculo , significa que ele é membro da National Association of Realtors (NAR) e está vinculado ao código de ética do órgão. Ao pensar em como escolher um corretor que possa atender às suas expectativas, lembre-se de que a experiência é o melhor professor.

    Você certamente não quer se colocar nas mãos de um agente que está aprendendo com você. Isso pode custar tempo e dinheiro. Escolha alguém que esteja no ramo há pelo menos 5 anos. Eles devem estar ativamente envolvidos em propriedades dentro de uma localidade e faixa de preço específicas. Dessa forma, eles podem facilmente demonstrar conhecimento das casas e da área da sua faixa de preço para conseguir o melhor negócio possível.

    Você pode perguntar diretamente ao corretor ou simplesmente procurá-los no banco de dados de licenciamento do estado para saber há quanto tempo eles estão no mercado. Use suas listagens atuais como seu guia – Se você está se perguntando como encontrar um bom corretor de imóveis, procurar as listagens atuais de um agente de imobiliária é a melhor maneira de determinar se vocês dois serão uma combinação perfeita.

    Hoje em dia, a maioria dos clientes em potencial começa sua busca por imóveis online. Então, esta é a maneira perfeita de obter algum insight valioso sobre as listagens do agente. Eles são semelhantes ao que você está procurando comprar ou vender? Eles estão no seu código de área? Eles refletem sua faixa de preço? https://www.remax.com.br/apartamentos-para-alugar-em-araras

  • Você se sente confortável com o corretor de imóveis

    Isso depende menos de fatos e números e, em vez disso, depende de quão confortável você se sente com a pessoa que o orientará em uma grande transação financeira e emocional – mas é um dos fatores mais importantes na contratação de um corretor de imóveis. “A comunicação é a parte maior e mais importante do relacionamento entre um corretor de imóveis e o vendedor”, diz Daneault. “Mesmo que você tenha trabalhado com um corretor como comprador, se nunca vendeu uma casa antes, esta será a primeira vez que aprenderá como preparar uma casa para vender.

    Portanto, você precisa de um agente com quem você se sinta confortável e que possa explicar como é o processo.” E não são apenas os meandros do processo de venda de uma casa que você contará com seu corretor. Vender uma casa pode ser um processo emocional . Boswell entende a necessidade de um agente com quem você se sinta confortável. “Esta é a maior transação da vida de algumas pessoas e, dependendo do cenário, pode ser assustadora.

    Condomínio gramado casas de luxo

    Pode estar relacionado ao divórcio ou à venda da casa dos pais que já foi aprovada. Também pode ser um começo emocionante para uma nova aventura. Portanto, encontrar um agente que seja compreensivo e empático e que acompanhe você na jornada é a chave para um relacionamento bem-sucedido.

     

  • Segredos de fachada: o que as placas e adornos do Centro Histórico contam sobre a imigração europeia

    Caminhar pelo Largo da Ordem, em Curitiba, é um exercício de paciência. Quem passa apressado pelo calçamento irregular, focado apenas no destino do almoço ou na busca por um café, perde o que a cidade sussurra através de suas paredes. As fachadas do Centro Histórico não são apenas estruturas de alvenaria e reboco; elas são o diário de bordo de quem cruzou o Atlântico com a vida amarrada em baús de madeira, buscando um recomeço em solo paranaense. As marcas gravadas no arenito e no metal Se você parar diante de um dos casarões coloniais, verá que as platibandas — aquelas muretas que escondem o telhado — carregam ornamentos que fogem ao padrão puramente funcional. Muitos desses adornos, em ferro fundido ou talhados no próprio arenito, revelam a origem dos construtores.

    É comum identificar elementos que remetem ao neoclássico europeu, trazidos na bagagem cultural de imigrantes alemães, italianos e poloneses. Observe os detalhes das janelas. Em alguns imóveis, as vergas esculpidas com motivos florais ou geométricas rigorosas são assinaturas silenciosas. Não era apenas uma questão de estética; era uma declaração de status e de identidade. Ao contratar um receptivo especializado para um passeio pelo setor histórico, o guia consegue apontar, por exemplo, onde o estilo luso-brasileiro se funde com os detalhes decorativos que só fazem sentido se você conhecer a história da imigração no Paraná.

    Passeio turístico em Curitiba

    É como se a arquitetura tentasse segurar um pouco da memória dos países de origem, fixando-a no clima úmido e verde de Curitiba. O silêncio que conta histórias de sucesso A imigração também se manifesta nas placas de metal escurecido pelo tempo ou nas pinturas que ainda resistem nas fachadas. Muitas vezes, o nome que aparece ali não é apenas de um antigo proprietário, mas de um patriarca que, após décadas de trabalho no comércio local, consolidou uma linhagem. Curitiba foi construída por esse esforço coletivo. Enquanto o trem subia a Serra do Mar, trazendo trilhos e tecnologia, as famílias que se estabeleceram no centro transformavam a paisagem urbana em uma extensão de seus lares europeus.

  • A importância da certidão de inteiro teor atualizada como bússola para a segurança jurídica de permutas

    Catuai Imóveis Londrina pr Imobiliaria

    A permuta imobiliária é frequentemente vista como um atalho estratégico para quem deseja trocar de patrimônio sem necessariamente passar pela liquidez imediata do dinheiro vivo. Contudo, essa modalidade de negócio, embora ágil, esconde riscos jurídicos que muitos negligenciam ao focar apenas no valor de mercado dos bens envolvidos. O ponto de partida para qualquer negociação dessa natureza não é a visita ao imóvel ou a vistoria estética, mas sim a análise minuciosa da certidão de inteiro teor atualizada. Sem esse documento, você está essencialmente navegando em um mar de incertezas, sem saber se o porto de destino possui rochedos ocultos.

    O papel da certidão como espelho jurídico

    Muitos acreditam que a certidão de inteiro teor serve apenas para confirmar quem é o dono do imóvel. Na prática, ela funciona como uma radiografia completa da saúde do bem. Quando você entra em uma permuta, assume não apenas a propriedade, mas todo o histórico jurídico que a acompanha. Uma certidão atualizada — emitida preferencialmente nos últimos trinta dias — revela gravames que podem inviabilizar o negócio meses depois. Estamos falando de penhoras judiciais, averbações de indisponibilidade de bens por dívidas tributárias ou trabalhistas, usufrutos vitalícios ou até mesmo cláusulas de inalienabilidade que o proprietário atual pode ter esquecido de mencionar.

    Imagine um caso real: um investidor decide trocar um apartamento em uma zona nobre por uma sala comercial, acreditando que a permuta elimina a necessidade de capital. No entanto, ao não solicitar a certidão de inteiro teor atualizada, ele ignora uma hipoteca que pendia sobre o imóvel comercial há anos. Quando o processo de transferência é iniciado, o banco credor bloqueia a transação. O resultado? O investidor perde tempo, dinheiro com cartório e acaba preso em um imbróglio jurídico que exige ação judicial para ser resolvido. A certidão é, portanto, a única ferramenta que coloca as cartas na mesa antes que qualquer contrato seja assinado.

    Por que a atualização é inegociável

    O mercado imobiliário é dinâmico e o status jurídico de um imóvel pode mudar em questão de horas. Uma certidão emitida há seis meses é um documento morto; ela não reflete a realidade do momento em que a permuta está sendo efetivada. A segurança jurídica reside na contemporaneidade da informação. Ao exigir o documento atualizado, você está protegendo o seu patrimônio contra a má-fé ou, o que é mais comum, contra o desconhecimento do próprio permutante sobre as restrições que incidem sobre o bem dele.

    Existem três pilares que essa análise deve cobrir:

    • Histórico de titularidade: Garante que quem está permutando tem, de fato, a legitimidade para dispor do imóvel.
    • Existência de ônus reais: Identifica se o imóvel foi dado como garantia em financiamentos ou empréstimos, o que impediria a transferência livre.
    • Restrições judiciais: Revela se há processos em curso contra os proprietários atuais que poderiam levar à anulação da transação por fraude à execução.

    Negociar sem essa bússola é delegar a segurança do seu patrimônio à sorte. Muitos corretores experientes e advogados especializados insistem que o contrato de permuta deve ter uma cláusula suspensiva condicionada à análise favorável de todas as certidões pertinentes. Se o documento revela uma pendência, o sinal de alerta acende imediatamente. É muito mais simples recuar antes de assinar a escritura pública do que tentar reverter uma permuta registrada em um imóvel que, tecnicamente, já deveria estar livre de embaraços.

    O processo de permuta exige um nível de diligência superior ao de uma compra e venda simples, justamente porque você está lidando com o risco de dois imóveis distintos. Trate a certidão de inteiro teor não como uma formalidade burocrática exigida pelo cartório, mas como o instrumento de controle que garante que o seu novo ativo não se torne um passivo jurídico indesejado. A prudência na fase documental é o que separa um bom negócio imobiliário de um pesadelo prolongado.

  • A transição do papel para o ERP: o impacto psicológico na adaptação da equipe

    Sair de planilhas de papel, cadernos de anotações e pastas suspensas para um sistema ERP não é apenas uma mudança de software. É uma reconfiguração completa da identidade profissional de quem passou anos construindo métodos próprios de trabalho. Quando a alta gestão decide implementar um sistema de gestão empresarial, a resistência que aparece na linha de frente raramente tem a ver com a complexidade da ferramenta; ela nasce da sensação de perda de controle e da ansiedade por ter que reaprender processos que, até então, funcionavam “de cabeça”.

    A barreira invisível da mudança de hábito

    O maior obstáculo em qualquer projeto de transformação digital é o fator humano. Imagine o colaborador que gerenciava o estoque industrial através de um sistema de fichas físicas por uma década. Ele possui um conhecimento tácito profundo: sabe identificar um erro de contagem apenas pelo volume visual das peças na prateleira. Quando esse profissional é inserido em um ambiente de automação de processos, ele pode sentir que sua experiência está sendo desvalorizada por um código de barras.

    Para contornar esse sentimento, é preciso tratar o ERP não como um vigia ou um fiscalizador, mas como um assistente que livra essa pessoa do trabalho braçal de conferência, permitindo que ela foque na estratégia de reposição. O gestor precisa deixar claro que a tecnologia é um meio de ampliar o alcance do colaborador, e não um substituto para o seu julgamento crítico.

    Transformando dados em alívio operacional

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    A integração entre departamentos é um dos maiores ganhos de um sistema de gestão, mas também um ponto de estresse inicial. Quando o pessoal de vendas passa a depender da baixa automática no estoque ou a equipe financeira exige dados precisos de notas fiscais lançadas em tempo real, o ambiente muda. O colaborador que antes trabalhava em um “silo” de informações precisa entender que o seu registro no sistema impacta diretamente o colega do outro lado do escritório.

    Na prática, isso exige um treinamento que vá além dos cliques. Durante uma implementação, observei um caso onde o setor de vendas se sentia “perseguido” por ter que inserir cada detalhe do cliente no CRM integrado. A virada de chave aconteceu quando a equipe percebeu que, com os dados centralizados, eles pararam de receber ligações de cobrança sobre pedidos que já tinham sido faturados. O sistema eliminou o atrito entre setores. O impacto psicológico passou de uma sensação de vigilância para uma de alívio, pois a responsabilidade pela informação passou a ser compartilhada, e não apenas cobrada individualmente.

    A governança corporativa como suporte emocional

    A gestão empresarial moderna depende de decisões baseadas em fatos, mas o medo de errar no sistema é real. É comum que funcionários temam que um erro de digitação no ERP gere um efeito dominó na contabilidade da empresa. Para mitigar esse receio, a governança corporativa deve atuar com clareza sobre o que acontece em caso de erro. A transparência na comunicação reduz o medo do “punição por erro de sistema” e incentiva o uso da ferramenta como fonte de aprendizado.

    A cultura da empresa precisa evoluir junto com a tecnologia. Se o foco da liderança for apenas a produtividade cega, a equipe se sentirá apenas mais uma engrenagem. Contudo, ao comunicar que o ERP é um investimento na redução de retrabalho e no aumento da inteligência do negócio, a perspectiva muda.

    O sucesso nessa transição não é medido apenas pela rapidez com que os dados sobem para a nuvem. Ele é validado quando a equipe, que antes perdia horas conciliando planilhas, começa a utilizar indicadores de desempenho para sugerir melhorias. Quando o funcionário percebe que o sistema trabalha para ele, e não o contrário, a resistência dá lugar ao engajamento. O papel, enfim, pode descansar, enquanto a inteligência da empresa ganha fôlego para crescer de maneira estruturada e menos dependente de esforço manual redundante.

  • Imóvel fechado – vale a pena?

    Uma casa para alugar perto da cidade – qual área de Varsóvia vale a pena escolher? Por muitos anos, um condomínio fechado com guarda de segurança ou sistema de monitoramento foi visto como um símbolo de imóveis de alto padrão, disponível apenas para poucos. A cerca e a proteção deveriam dar aos moradores uma sensação de segurança, que faltava nos conjuntos habitacionais abertos do período comunista. No entanto, você pode realmente se sentir seguro em um condomínio fechado?

    Vale a pena comprar uma casa em condomínio fechado? Vamos tentar encontrar argumentos a favor e contra esta solução. Conjuntos habitacionais fechados – a segurança é a base – Os conjuntos habitacionais fechados desde o início de sua criação despertam muitas emoções. As pessoas que o escolhem como local de residência apreciam a sensação de segurança. Não é acessível para pessoas de fora, pois os moradores são protegidos por portões, interfones, monitoramento e segurança. Apenas seus moradores e seus convidados circulam pela casa para alugar, graças ao qual os moradores não têm medo de roubos, roubos ou libações noturnas, que podem ser um incômodo em casa para alugar abertas.

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  • Aluguel institucional – o que é e quem protege

    Uma casa para alugar perto da cidade – qual área de Varsóvia vale a pena escolher? Cada vez mais pessoas investem em alguns ou mesmo dezenas de casas para alugar e decidem abrir um negócio relacionado com o aluguel de imóveis. Isto confere-lhes uma série de benefícios relacionados com a otimização fiscal, mas impede-os de utilizarem a possibilidade de celebrar um contrato de aluguel ocasional. No entanto, essa pessoa pode tirar proveito do aluguel institucional, que protege melhor os direitos do proprietário do que as disposições decorrentes diretamente da Lei sobre a Proteção dos Direitos dos Inquilinos. Vejamos o que é o aluguel institucional, a quem protege e como celebrar um contrato de aluguel institucional. Aluguel institucional é um direito que está disponível para os proprietários de casas para alugar que dirigem um negócio na área de aluguel de imóveis residenciais. No entanto, a possibilidade de recorrer ao aluguel institucional aplica-se apenas a imóveis residenciais, o que significa que no caso de aluguel de um local de serviço, comercial ou outro, o empresário não pode recorrer a esta solução.

    O objetivo da introdução desta solução legal é igualar os direitos das partes que celebram um contrato de aluguel. As disposições da Lei sobre a proteção dos direitos dos inquilinos, que se aplicam quando um contrato de locação comum é celebrado, oferecem muita proteção aos inquilinos, com proteção desproporcionalmente pequena dos interesses do proprietário. A introdução do contrato de aluguel ocasional, que pode ser utilizado por pessoas que arrendam casas a particulares, e do contrato de aluguel institucional, que pode ser utilizado por empresários, resultou no nivelamento de diferenças gritantes entre as partes e deu aos proprietários de casas o direito de provocar o despejo do inquilino problemático mais rapidamente.

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