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  • Mitos sobre a garantia de entrega de chaves em imóveis na planta

    A promessa de entrega das chaves em imóveis na planta é frequentemente cercada por interpretações equivocadas que podem comprometer o planejamento de quem aguarda a conclusão da obra. A confusão começa na distinção entre o término da construção física e a disponibilidade legal para ocupação, dois marcos que nem sempre coincidem no calendário.

    Um dos pontos de maior atrito reside na cláusula de tolerância, comumente fixada em 180 dias. Muitos compradores tratam esse prazo como uma extensão opcional ou uma falha de planejamento da construtora, quando, na prática, trata-se de um dispositivo previsto em muitos contratos e reconhecido juridicamente como legítimo para absorver imprevistos inerentes à construção civil, como interrupções por condições climáticas adversas ou oscilações na cadeia de suprimentos. A entrega não se concretiza com a simples finalização das estruturas de alvenaria ou acabamentos internos; ela depende da obtenção do Habite-se, o documento emitido pelo órgão municipal competente após a vistoria das instalações. A falta desse registro administrativo impede a entrega das chaves, independentemente de o imóvel parecer pronto para habitação, pois a prefeitura atesta que a edificação cumpre as normas de segurança e zoneamento urbano.

    Outro mito recorrente é a crença de que a data registrada na promessa de compra e venda constitui uma garantia absoluta e imutável. A cronologia de um projeto imobiliário é sujeita a variáveis que extrapolam a gestão direta da incorporadora, desde a burocracia dos órgãos públicos até a regularidade dos serviços de concessionárias de água, energia e esgoto. Além disso, a entrega das chaves exige o cumprimento de obrigações financeiras por parte do adquirente, como a quitação do saldo devedor ou a efetivação do financiamento bancário. Mesmo com o Habite-se emitido, a liberação das chaves pode ficar retida caso os trâmites de transferência de titularidade ou a baixa da hipoteca sobre a unidade específica não tenham sido finalizados.

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    Muitos acreditam que a assembleia de instalação do condomínio marca o momento imediato da entrega das unidades autônomas. Na realidade, a vistoria individual do imóvel é uma etapa prévia necessária, na qual o proprietário verifica se as especificações técnicas descritas no memorial descritivo foram cumpridas. Divergências detectadas nesta fase, como falhas em acabamentos ou instalações, podem adiar o recebimento das chaves. O foco deve ser a funcionalidade e a conformidade com o projeto aprovado, e não apenas a estética.

    A conclusão das áreas comuns também gera expectativas imprecisas. É comum que o habite-se seja concedido e as unidades individuais entregues antes que todos os itens de lazer estejam finalizados ou mobiliados. A entrega parcial ou a restrição de acesso a certas dependências do condomínio não invalidam a viabilidade de moradia da unidade habitacional, desde que os sistemas essenciais — segurança, acesso, elevadores e infraestrutura hidráulica — estejam operacionais. Diferenciar o que é acessório do que é indispensável para a habitação é crucial para evitar frustrações durante o processo de recebimento, pois a habite-se concentra-se na habitabilidade e segurança da edificação.

  • Nas pequenas coisas, cria-se uma grande confiança

    Imobiliaria Itu

    A jornada para uma boa imobiliária raramente é direta. Muitas perguntas devem ser respondidas e muito deve estar certo. Passo a passo, conquistamos a confiança de nossos clientes por meio de capacidade de resposta, abertura, respostas claras, feedback rápido e orientação concreta. É quando acertamos todos os pequenos passos durante a jornada que o cliente se sente seguro. O futuro pertence a nós que ousamos desenvolver e mudar. Somente sendo responsivos e adaptáveis às mudanças nas necessidades e tendências do mercado, podemos desenvolver e expandir nossos negócios.

    Quando mostramos compromisso com as diversas necessidades de nossos clientes ao longo de toda a vida residencial, podemos nos desenvolver, mudar e ser percebidos como modernos e inovadores. Por que seus futuros colegas nos escolheram? “Quero trabalhar da maneira que sei que oferece o melhor salário e o negócio mais seguro, independentemente do mercado em que atuamos. Posso fazer isso na imobiliária. Aqui, nada pode ser deixado ao acaso e é extremamente importante que os clientes devem ser capazes de fazer exigências e ser criteriosos ao escolher um corretor.”

    Como é importante ter colegas talentosos e aprendizes, já percebi durante o meu estágio. Quando veio o registro, comecei voando. Eu criei grandes expectativas para mim e imediatamente quis chegar ao Top 10 da cadeia , no que diz respeito ao número de moradias/casas de férias vendidas . Terminei em sexto lugar – difícil não ficar satisfeito nessa altura! Hoje sou coproprietário da imobiliária.

     

  • Como um corretor de imóveis ganha dinheiro? Especifique a porcentagem de comissão

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    Esta é a questão básica da qual surge a remuneração de um corretor de imóveis . Quanto é a comissão imobiliária em média? Esta é uma questão individual, mas na maioria das vezes oscila em torno de 2-3% do valor da venda/compra das instalações. No entanto, também acontece que o valor da comissão pode chegar a 5% no caso de transações particularmente difíceis. Ao prestar serviços de mediação na celebração de contratos de arrendamento, o corretor pode, por exemplo, esperar a maior parte ou a totalidade da renda mensal.

    Os negócios imobiliários são baseados em confiança e relacionamentos, cuide deles. Defenda a sua opinião, mas lembre-se que no final o que conta é o resultado, ou seja, um cliente satisfeito e a sua remuneração. Mantenha seu dedo no pulso e aprenda com os melhores. Para tornar sua oferta digna de atenção, cuide dos serviços de suporte de vendas pagos adicionalmente. Ensine ao cliente que o dinheiro bem gasto compensa rapidamente. Adicione à sua oferta: Passeios virtuais – um corretor tem que vir muito para vender um imóvel, mas hoje em dia nem todo mundo quer se encontrar. Caminhadas virtuais vêm em socorro. O agente não perde tempo e pode pesquisar rapidamente as preferências do cliente. Você criará a própria apresentação na ferramenta disponível no sistema CRM da ASARI.

     

  • Como a inclinação do terreno pode elevar os custos de manutenção da drenagem predial

    A inclinação de um terreno atua diretamente sobre o comportamento das águas pluviais, ditando a complexidade necessária para que a drenagem predial funcione sem sobrecarregar a estrutura ou o solo. Quando um projeto ignora o declive natural, o resultado é um custo de manutenção recorrente que poderia ter sido mitigado na fase de implantação. A gravidade, embora seja uma aliada no escoamento, torna-se um desafio quando a água ganha velocidade e volume, carregando sedimentos que entopem caixas de inspeção e danificam tubulações ao longo do tempo.

    Terrenos com aclives acentuados em direção à construção exigem sistemas de contenção e canalização muito mais robustos do que superfícies planas. O acúmulo de água junto às fundações ou nas áreas de acesso cria uma pressão hidrostática constante. Se o sistema de drenagem não for projetado para lidar com esse fluxo contínuo — muitas vezes exigindo bombas de recalque ou galerias superdimensionadas —, o desgaste dos componentes torna-se prematuro. A necessidade de limpeza frequente em caixas de areia, por exemplo, é um reflexo direto da velocidade com que a água desce o terreno, arrastando terra e detritos que obstruem o fluxo e exigem intervenções mecânicas constantes.

    Em áreas com declividade, a erosão do solo no entorno da edificação também é um fator crítico. Quando o projeto de drenagem falha em dissipar a energia da água, o escoamento descontrolado solapa as fundações e altera o nível do terreno. Isso gera custos indiretos, como a necessidade de recomposição de pavimentação, conserto de muretas e, em casos mais severos, correções de prumo ou estabilização de encostas. Cada ponto de intersecção entre a água e o solo em movimento representa um ponto potencial de manutenção, onde a manutenção preventiva se confunde com a correção de falhas estruturais causadas pela falta de gerenciamento do fluxo hídrico.

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    A manutenção da drenagem em terrenos inclinados deve ser encarada como uma rotina de monitoramento, não apenas como uma reação a problemas aparentes. É essencial inspecionar regularmente as grelhas e calhas, garantindo que não estejam obstruídas por detritos que a própria inclinação do terreno traz para os pontos de coleta. Além disso, a verificação da integridade das juntas das tubulações enterradas é vital, pois a movimentação natural do solo em terrenos inclinados pode causar microfissuras, permitindo infiltrações que, silenciosamente, elevam os custos de manutenção a longo prazo.

    Antes de qualquer intervenção corretiva, realize um mapeamento dos pontos de maior acúmulo de sedimentos e verifique se as declividades internas das tubulações estão adequadas para a velocidade de escoamento exigida pelo seu terreno, ajustando o cronograma de limpeza conforme a frequência real de ocupação dos dutos após períodos de chuva intensa.

  • Erros comuns na leitura de memoriais descritivos de lançamentos

    A compra de um imóvel na planta é, por natureza, um exercício de antecipação. O que hoje são plantas e renders, amanhã será o seu cotidiano. No entanto, muitos compradores concentram toda a energia na estética do projeto e acabam ignorando o documento que, na prática, define o que será entregue: o memorial descritivo.

    Ler esse documento técnico exige mais do que paciência; exige um olhar atento para o que está escrito — e, sobretudo, para o que foi omitido.

    Um erro recorrente é assumir que o material instalado no apartamento modelo é o padrão que virá na unidade entregue. O memorial costuma listar especificações como "piso cerâmico na sala" ou "bancadas de granito", mas raramente especifica a marca ou a linha exata. Sem essa definição, a construtora mantém a liberdade de substituir o fornecedor por outro de padrão equivalente, o que pode resultar em uma estética final bem diferente daquela que motivou a assinatura do contrato.

    Muitas vezes, a descrição das áreas de lazer é excessivamente vaga. Termos como "espaço gourmet equipado" ou "academia completa" aparecem com frequência. O problema surge quando o memorial não detalha o inventário desses itens. Um espaço gourmet pode vir com uma churrasqueira básica ou com um conjunto completo de eletrodomésticos. Se a lista de equipamentos não estiver explícita, a expectativa criada pela campanha de marketing pode colidir com a realidade da entrega.

    A instalação de aparelhos de ar-condicionado é um ponto crítico que costuma gerar insatisfação. É comum que o memorial mencione "infraestrutura seca" para ar-condicionado, o que significa que foram previstos apenas os dutos para a futura passagem de tubulação e fiação. Se você não confirmar se o projeto prevê a carga elétrica necessária para a potência dos aparelhos que pretende usar, o custo de uma adequação pós-entrega pode ser inesperadamente alto.

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    A qualidade do isolamento sonoro entre unidades ou entre o apartamento e o corredor é um detalhe que raramente recebe a devida atenção durante a leitura. O memorial deve especificar o tipo de material utilizado nas paredes e o nível de vedação das esquadrias. A ausência de descritivos técnicos sobre a espessura das alvenarias ou o tipo de caixilhos pode esconder, em projetos de padrão mais simples, uma vulnerabilidade sonora que compromete o conforto no dia a dia.

    Não é raro confundir a garantia legal do imóvel com as garantias específicas de itens individuais, como equipamentos instalados ou revestimentos. O memorial deve segmentar claramente esses prazos. Falhas na compreensão de que certos itens possuem ciclos de vida e exigências de manutenção diferenciados levam a erros na conservação futura. Ignorar as recomendações de uso descritas para cada material é o caminho mais curto para invalidar coberturas de assistência técnica.

    Por fim, existe uma tendência de focar excessivamente nas áreas sociais e ignorar a funcionalidade técnica do imóvel. Localização de ralos, inclinação de pisos em varandas, pontos de esgoto para máquinas de lavar e a ventilação de banheiros são tópicos fundamentais. Quando o memorial apresenta descrições genéricas sobre esses pontos, o comprador perde a chance de questionar eventuais limitações de layout que podem interferir na instalação de marcenaria planejada ou no fluxo de uso das áreas molhadas.

    O memorial descritivo não é um panfleto promocional, mas um balizador de responsabilidades. Comparar o que está ali descrito com as necessidades reais de uso é a única forma de garantir que a expectativa de moradia esteja alinhada ao que o construtor é legalmente obrigado a entregar.

  • Como identificar sinais de umidade oculta em lajes de cobertura

    Lidar com a manutenção de uma casa exige atenção constante, especialmente quando se trata de coberturas. Muitas vezes, o problema não se revela por uma goteira evidente durante uma chuva forte, mas por sinais silenciosos que podem comprometer a estrutura se não forem tratados a tempo. Identificar a umidade oculta em lajes de cobertura é uma habilidade que qualquer proprietário ou gestor de imóvel deveria desenvolver para evitar dores de cabeça maiores.

    O primeiro indício raramente é uma poça de água. O concreto e o reboco funcionam como uma esponja, absorvendo umidade que, muitas vezes, percorre um caminho longo antes de se manifestar no teto do cômodo logo abaixo. Observe, com atenção, qualquer mudança na tonalidade da pintura. Manchas levemente mais escuras ou amareladas, que parecem sombras fixas no teto, costumam ser o primeiro aviso.

    Outro ponto importante é a textura do acabamento. Se você notar o estufamento da tinta ou o surgimento de pequenas bolhas, é um sinal claro de que algo está acontecendo atrás da camada de proteção. Isso ocorre porque a umidade, ao tentar evaporar, pressiona a película de pintura ou massa corrida, criando essas deformações. Não ignore também o descolamento do reboco em áreas pontuais; quando o material começa a "esfarelar" ao toque, a saturação já atingiu um nível que exige investigação sobre a origem dessa água.

    Nem tudo o que indica umidade está no campo visual. Muitas vezes, o olfato é o detector mais eficiente. Aquele cheiro característico de mofo ou um odor "fechado" que parece persistir mesmo após o ambiente ser ventilado é um forte indicativo de proliferação de fungos. Esses microrganismos prosperam em superfícies que permanecem úmidas por longos períodos.

    Além do olfato, o tato pode ajudar. Em dias de temperaturas mais amenas, toque o teto com a palma da mão. Áreas que apresentam uma temperatura sensivelmente mais baixa que o restante da superfície podem estar retendo umidade interna. O concreto seco possui uma temperatura condizente com o ambiente, enquanto a presença de água altera a capacidade térmica do material. Se notar um ponto com temperatura discrepante, acompanhe a evolução desse comportamento por alguns dias para descartar condensação superficial causada por falta de ventilação.

    A umidade oculta em lajes frequentemente decorre de falhas em pontos que não estão exatamente sobre a mancha que você vê lá dentro. A água tem um comportamento traiçoeiro: ela pode entrar por uma fissura na platibanda, escorrer por dentro da alvenaria e se alojar na laje, para só então aparecer no teto a metros de distância do ponto de entrada real.

    Verifique se existem fissuras na parte superior da laje ou nos cantos onde ela encontra as paredes laterais. O acúmulo de sujeira, folhas ou detritos perto dos ralos e condutores de água pluvial também é um fator crítico. Quando o escoamento é obstruído, a água pode represar e encontrar caminhos através de microfissuras na impermeabilização, infiltrando-se na estrutura de forma lenta e constante. Inspecione periodicamente se o caimento da laje está direcionando a água corretamente para os ralos e se não há pontos de empossamento após as chuvas.

    Se encontrar algum desses sinais, o passo mais prudente é observar se o problema oscila conforme a periodicidade das chuvas. Caso a mancha aumente após períodos de precipitação, você tem uma confirmação de infiltração externa. Nesses casos, a consulta com um profissional especializado em impermeabilização é recomendada para diagnosticar a origem exata e realizar o reparo adequado, evitando que a estrutura sofra danos maiores com a corrosão das armaduras.

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  • Um único saco de dormir , para passar as noites aquecido

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    Uma panela para 1 pessoa e um fogão se você planeja cozinhar refeições deliciosas! Não se esqueça de levar uma garrafa de água , mesmo no acampamento, para evitar ter que ir e voltar de um ponto de água potável para cada copo! Um kit de primeiros socorros (também essencial para caminhadas e trekking) e papel higiênico ecológico (se os banheiros do acampamento estiverem sem papel ou se você for mais do tipo ” defecador da natureza “).

    Uma lanterna de cabeça para caminhar ao ar livre à noite (#NecessidadeUrgente). Uma rede , o acessório perfeito para relaxar entre duas árvores sem precisar carregar uma cadeira de acampamento. Segunda opção: você prefere acampar com conforto .

    Aconselhamos então que você pegue a lista anterior e adicione alguns acessórios de acampamento .

    • Uma cama de acampamento para isolar você do frio e da umidade do solo.
    • Um travesseiro de acampamento , adequado e compacto.
    • Um refrigerador para manter seus alimentos e bebidas frescos durante o dia. Mas tenha cuidado, você não conseguirá armazená-lo a longo prazo. Portanto, considere levar algumas refeições liofilizadas de sua escolha se você for ficar por vários dias.
    • Uma lâmpada de acampamento para ler livros ou aproveitar a noite ao ar livre antes de ir dormir.
    • Uma mesa de cabeceira de acampamento para manter seus pequenos itens longe do chão.
    • Um chuveiro solar se você decidir acampar longe da civilização e quiser manter um mínimo de higiene .
    • Um gel de banho orgânico , que também atua como xampu, detergente para louças e sabão em pó, para não sujar a sua casa e evitar a liberação de produtos nocivos no meio ambiente.
    • Uma cadeira e uma mesa dobrável para um piquenique confortável.

  • Verticalização e sombra: o impacto da insolação no valor de mercado de unidades baixas

    Verticalização e sombra: o impacto da insolação no valor de mercado de unidades baixas

    Quem já entrou em um apartamento térreo ou em um andar baixo de um prédio novo, percebeu um detalhe sutil antes mesmo de olhar para o acabamento: a luz natural. Em grandes centros urbanos, a verticalização desenfreada mudou completamente o perfil dos imóveis, transformando a incidência solar em uma moeda de troca invisível. Quando um novo arranha-céu sobe na vizinhança, o valor da sua unidade pode ser diretamente afetado por uma sombra que surge onde antes havia claridade.

    O peso da luz na avaliação do imóvel

    O cálculo do preço de um imóvel não depende apenas de metragem quadrada ou do padrão do acabamento. Profissionais experientes no mercado imobiliário sabem que a insolação é um dos fatores que mais pesam na liquidez de uma unidade. Imóveis que recebem o sol da manhã, por exemplo, costumam ser mais valorizados por serem menos quentes à tarde e mais arejados.

    Quando um prédio bloqueia essa luz, o impacto não é apenas estético. Ambientes que dependem de luz artificial durante o dia todo tendem a ser mais úmidos, atraindo problemas como mofo e exigindo gastos maiores com energia elétrica. Se você está pensando em comprar um imóvel, ignore o horário da visita. Peça para ver a unidade em diferentes períodos do dia e observe se o prédio vizinho projeta uma sombra técnica sobre a varanda ou as janelas principais. Essa análise simples pode poupar milhares de reais em uma negociação futura.

    A dinâmica da verticalização nos bairros consolidados

    A transformação urbana é um movimento natural, mas a forma como ela ocorre gera distorções. Em bairros que antes contavam apenas com casas ou prédios baixos, a chegada de torres imponentes cria um fenômeno de desvalorização das unidades vizinhas que ficam “encobertas”. Um exemplo prático disso ocorre em regiões onde o zoneamento permitiu um adensamento rápido: um apartamento que antes tinha uma vista livre e sol direto passa a ser uma unidade de “fundo”, com a janela voltada para a parede de um vizinho ou para um poço de ventilação sombrio.

    Para quem vende, esse cenário exige honestidade e estratégia. Se o seu imóvel perdeu insolação, o valor de mercado precisa ser ajustado à nova realidade, sob o risco de a unidade ficar estagnada por meses ou anos nos portais imobiliários. Não adianta tentar vender pelo preço de mercado de um andar alto se a sua unidade está permanentemente à sombra de um novo edifício.

    Estratégias para mitigar a perda de valor

    Nem tudo está perdido se o seu imóvel sofreu com o impacto da vizinhança. Existem formas de compensar essa perda de luz e tornar o espaço atraente para o comprador:

    Projeto luminotécnico: Invista em iluminação quente e focada para compensar a ausência da luz natural. Isso transforma a percepção do ambiente.

    Uso de espelhos: Paredes estratégicas podem refletir a pouca luz que entra, criando uma sensação de amplitude e claridade inexistente.

    Cores claras: A pintura de paredes e o uso de marcenaria em tons neutros ajudam a reduzir a sensação de “caverna” que a sombra prolongada provoca.

    Home Staging: Se o objetivo é a venda, a organização e a decoração podem desviar a atenção da falta de sol, destacando outros pontos fortes, como localização, planta inteligente ou infraestrutura do condomínio.

    A decisão de comprar ou investir em andares baixos exige uma visão de longo prazo sobre o Plano Diretor do bairro. Entender se o terreno vizinho possui potencial construtivo para um grande empreendimento é, hoje, uma das tarefas mais importantes de um investidor imobiliário consciente. O mercado não perdoa a falta de planejamento, e a luz solar, ao contrário de uma reforma, é um ativo que, uma vez perdido, raramente pode ser recuperado. Analisar a vizinhança com lupa é o primeiro passo para garantir que o seu investimento não fique à sombra do progresso alheio.

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  • Segregação de custos em reformas: separando o que é manutenção de funcionalidade de estética valorizável

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    Segregação de custos em reformas: separando o que é manutenção de funcionalidade de estética valorizável

    Há alguns anos, acompanhei um investidor que estava prestes a colocar um apartamento à venda. Ele tinha gastado uma pequena fortuna em uma reforma completa. Quando me mostrou o imóvel, o brilho nos olhos era evidente: piso de porcelanato impecável, bancadas de granito exótico e uma marcenaria que parecia saída de uma revista. No entanto, quando começamos a analisar a planilha de custos para definir o preço de venda, ele percebeu que nem tudo o que ele investiu retornaria na forma de valorização imobiliária. Ali, aprendi que entender a diferença entre o que mantém o imóvel vivo e o que realmente atrai o comprador é a linha tênue entre um bom negócio e um prejuízo silencioso.

    A armadilha do custo invisível

    A manutenção de funcionalidade é aquela parte do orçamento que ninguém gosta de gastar, mas que, se negligenciada, destrói qualquer possibilidade de venda rápida. Estamos falando da troca de fiação elétrica antiga, impermeabilização de lajes, correção de infiltrações estruturais e revisão da tubulação hidráulica. Para o comprador, isso é o básico. Se o imóvel não oferece segurança e infraestrutura operacional, o preço cai drasticamente, pois o novo dono já antecipa a dor de cabeça da reforma.

    O erro comum é tratar esses gastos como um investimento em valorização. Na verdade, são custos de preservação. Se você compra um imóvel e precisa trocar toda a rede de esgoto, você não está agregando valor ao patrimônio; você está apenas impedindo que ele se desvalorize pela obsolescência. Contabilizar isso como lucro potencial é um equívoco que muitos corretores de imóveis precisam ajudar os proprietários a corrigir antes de anunciar o bem.

    Onde a estética vira dinheiro no bolso

    Por outro lado, existe a chamada estética valorizável. É aqui que o jogo muda. Quando você investe em um projeto de iluminação bem feito, em revestimentos com tons neutros que ampliam o ambiente ou em uma cozinha integrada, você está vendendo um estilo de vida. O comprador não paga caro pela fiação nova que ele não vê, mas ele se apaixona pela sensação de amplitude que uma sala bem iluminada proporciona.

    Para diferenciar esses dois mundos, gosto de usar uma regra simples de planejamento financeiro:

    Custos de funcionalidade devem estar atrelados à garantia de liquidez, evitando que o imóvel fique “queimado” no mercado por defeitos crônicos.

    Custos de estética devem estar alinhados ao perfil do público-alvo da região. Se o bairro atrai famílias, o foco deve ser em praticidade e áreas de convivência. Se for um público jovem, o foco vira tecnologia e design arrojado.

    O impacto na negociação final

    Certa vez, vi um apartamento parado por seis meses. O dono tinha investido pesado em uma decoração extravagante, com cores fortes e nichos personalizados que ocupavam espaço demais. O problema? Ele ignorou que o banheiro principal tinha um vazamento recorrente no box. O comprador, em vez de ver o design, via o custo de manutenção futura. Quando o proprietário finalmente aceitou reparar o problema estrutural e suavizar o design para algo mais neutro, o imóvel foi vendido em menos de um mês.

    A lição que fica para quem pretende investir ou reformar para vender é clara: a valorização real acontece quando o comprador percebe que o imóvel está pronto para ser habitado sem surpresas técnicas, mas com o charme visual que justifica o valor de mercado. Um bom corretor de imóveis sabe exatamente quando um imóvel precisa de reparos de infraestrutura antes de qualquer intervenção estética. Separar esses pilares na hora de organizar suas finanças não é apenas uma estratégia contábil; é a forma mais eficaz de garantir que cada real investido na reforma retorne no momento da escritura. O mercado imobiliário é, antes de tudo, uma percepção de valor. E o valor é construído no equilíbrio entre o que sustenta a estrutura e o que encanta o olhar.

  • Estabeleça há quanto tempo eles estão no mercado

    ABR após o nome de um corretor de imóveis significa Accredited Buyer’s Representative (Representante Credenciado do Comprador). Isso indica que eles são competentes para representar compradores em todas as transações imobiliárias. Se o agente se referir a si mesmo como corretor de imobiliária com “ R ” maiúsculo , significa que ele é membro da National Association of Realtors (NAR) e está vinculado ao código de ética do órgão. Ao pensar em como escolher um corretor que possa atender às suas expectativas, lembre-se de que a experiência é o melhor professor.

    Você certamente não quer se colocar nas mãos de um agente que está aprendendo com você. Isso pode custar tempo e dinheiro. Escolha alguém que esteja no ramo há pelo menos 5 anos. Eles devem estar ativamente envolvidos em propriedades dentro de uma localidade e faixa de preço específicas. Dessa forma, eles podem facilmente demonstrar conhecimento das casas e da área da sua faixa de preço para conseguir o melhor negócio possível.

    Você pode perguntar diretamente ao corretor ou simplesmente procurá-los no banco de dados de licenciamento do estado para saber há quanto tempo eles estão no mercado. Use suas listagens atuais como seu guia – Se você está se perguntando como encontrar um bom corretor de imóveis, procurar as listagens atuais de um agente de imobiliária é a melhor maneira de determinar se vocês dois serão uma combinação perfeita.

    Hoje em dia, a maioria dos clientes em potencial começa sua busca por imóveis online. Então, esta é a maneira perfeita de obter algum insight valioso sobre as listagens do agente. Eles são semelhantes ao que você está procurando comprar ou vender? Eles estão no seu código de área? Eles refletem sua faixa de preço? https://www.remax.com.br/apartamentos-para-alugar-em-araras